Sete Lagoas


A Jóia


Em todos os tipos de classificação regional que se fazem, Sete Lagoas sempre ocupa destaque. Não bastasse ser a maior cidade do Alto Rio das Velhas – aliás, Sete Lagoas é uma das maiores de Minas – a bela terra desponta em vários outros segmentos. A região é capital mundial das grutas e formações cavernosas. Sete lagoas apresenta a Gruta Rei do Mato, colossal em vários aspectos; a indústria de base é a principal fonte de geração de divisas regional? Nada melhor, então, que mostrar a quem de direito a siderurgia setelagoana, os setores têxteis ou de laticínios, as demais fábricas de variado repertório como as recentes, pois hoje Sete Lagoas fabrica caminhão e brevemente fará até cerveja!

E isto sem descuidar da educação do povo, não apenas o local, mas os muitos vizinhos que para ali se dirigem buscando suas faculdades, escolas técnicas e de formação convencional.

O turismo é outra pedra preciosa no vasto leque municipal: como evitar uma caminhada às margens da Lagoa Paulino, o chopp ou a pizza logo depois? A cada dia a cidade se consolida como uma das melhores do país para se viver.

Como todas as suas vizinhas, Sete Lagoas deve também aos bandeirantes seu povoamento oficial. Embora tenha sido levantada por Fernão Dias no Séc. XVII, foram necessários quase 50 anos para que outro bandeirante, João Leite da Silva Ortiz, recebesse da Coroa lusitana a sesmaria das Sete Lagoas. Ainda que rota de passagem quase obrigatória para quem se aventurava ao norte brasileiro, a região estacionou por bem um século até conhecer algum desenvolvimento.

Em 1820, com a construção da Capela de Santo Antônio, o povoamento finalmente começou a se efetivar; sessenta anos depois conquistou a posição de cidade. Com a chegada da estação ferroviária o progresso ficou mais perto e Sete Lagoas não parou de crescer, e não para nem parará. Ela deve isto ás suas vizinhas, permanecer como centro regional e referência nos mais variados aspectos.

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